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  1. O primeiro teste de lançamento do foguete LauncherOne, da Virgin Orbit, a partir de um avião a 10 mil metros de altitude, não foi bem-sucedido. O voo de demonstração, realizado ontem (25) nos Estados Unidos, terminou sem ele chegar à órbita terrestre, como esperado.

    Por meio do Twitter, a empresa de Richard Branson contou que o LauncherOne teve uma liberação limpa e manteve a estabilidade após a ignição do motor do primeiro estágio. No entanto, houve uma anomalia logo a seguir, não revelada pela companhia, resultando na queda dele, com segurança.

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  2. Cada vez mais o mundo se torna tecnológico, com avanços significativos na ciência e na medicina. Como estamos acostumados a vivenciar novas tecnologias todos os anos, é difícil imaginar que grandes invenções foram criadas há muito tempo. A vacina, por exemplo, foi desenvolvida no século XVIII.  

    Confira sete invenções que foram criadas muito antes do que você imagina.

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  3. Buracos na camada de ozônio são sinais de alerta para a maneira como tratamos o ar que respiramos. A última brecha se abriu sobre o Ártico, e seu tamanho foi o que assustou os cientistas: quase um milhão de quilômetros quadrados. Há quase uma década ele não era tão grande e demorava tanto para se fechar.

    The unprecedented 2020 northern hemisphere #OzoneHole has come to an end. The #PolarVortex split, allowing #ozone-rich air into the Arctic, closely matching last week's forecast from the #CopernicusAtmosphere Monitoring Service.

    More on the NH Ozone hole??https://t.co/Nf6AfjaYRi pic.twitter.com/qVPu70ycn4

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  4. Em razão das mudanças climáticas, a neve da Antártica está sendo tomada por algas marinhas— que podem ser vistas até mesmo do espaço. Apesar de este fenômeno já ter sido documentado em expedições anteriores, somente agora pesquisadores descobriram sua extensão total.

    Por meio do satélite Sentinel-2, da Agência Espacial Europeia (ESA), uma equipe de pesquisa da Universidade de Cambridge desenvolveu um mapa da presença das algas no continente com a colaboração da organização British Antartic Survey. Através de dados coletados no solo e imagens registradas ao longo de dois anos pelo satélite, o grupo identificou 1.679 florações de algas separadas.

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  5. Observações realizadas por um poderoso radiotelescópio detectaram a presença de um disco galáctico que pode auxiliar na compreensão da origem do Universo. Composto de uma quantidade massiva de gás, ele se encontra em um sistema formado cerca de 1,5 bilhão de anos após o big bang — apresentando a nós, terráqueos, uma verdadeira viagem no tempo.

    Matéria escura, gás, poeira, estrelas e corpos celestes massivos... Tudo isso faz parte da composição de galáxias e, caso se deseje descobrir mais informações a respeito de onde viemos, procurar entender como esses sistemas surgiram e cresceram, originando estruturas de proporções inimagináveis, faz parte de qualquer estudo científico dedicado à área. Discos galácticos são peças-chave dessa investigação, já que suas primeiras aparições remontam a bilhões de anos de história; logo, entendê-los pode ajudar a revelar diversas questões

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